CCBB Educativo – Lugares de Culturas *Setembro*

O CCBB Educativo – Lugar de Encontros apresenta, ao longo do mês de setembro, diversificada programação, para visitantes de todas as idades. Dia 3 de setembro de 2026, às 18h, o projeto convida leitores jovens e adultos para o encontro “E a Palavra com… Cora Rónai e Mànya Millen”. Oportunidade de compartilhar leituras e estar ao vivo com duas mulheres que tem uma longa trajetória na curadoria literária. Os encontros “E a Palavra com…” trazem a oportunidade de estar ao vivo com personalidades do mundo do Cinema, Literatura, Artes Visuais, Ciências etc. “Os projetos de educação e participação em espaços de museus podem ser orgânicos. O museu é ao mesmo tempo passado, presente e futuro e assim deve estar conectado e conversando com questões da cultura ao nosso redor. Séries de TV e cinema brasileiro foram o tema do mês passado e neste mês vamos falar de leituras”, diz Daniela Chindler, curadora do projeto. Cora Rónai e Mànya Millen vão bater um papo a respeito da alegria de vivermos cercados por livros, entre leituras, afetos e o conflito de conviver com muito mais livros do que o tempo permite ler.
As ações inspiradas na exposição “Vik Muniz – A Olho Nu”, em cartaz até 12 de outubro no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB Rio), incluem laboratórios de argila, luz negra, cianotipia e projeção; um repertório grande de histórias, cortejo (que resgata músicas e danças que marcaram a cultura carioca entre o final do século XIX e o início do século XX), encontro com educadores e muito mais.  Este mês estreia mais uma contação de história no repertório “O que tem dentro da panela?” – o roteiro é inspirado em uma personagem real, Leide Laurentina da Silva, que era chamada de Irmã e ficou conhecida como a cozinheira do Aterro de Jardim Gramacho, ao preparar refeições comunitárias com os parcos ingredientes que chegavam ao local. Ela é personagem do documentário “Lixo Extraordinário”, de Vik Muniz. A história fala de temas como partilha, cuidado, memória e resistência. Entre cantigas, cheiros, e sabores, a história acompanha a busca criativa de alimentar e reunir uma comunidade inteira.
Com diferentes linguagens e propostas, a programação de setembro reforça a vocação do CCBB Educativo – Lugar de Encontros de criar experiências que aproximam os públicos das exposições, da literatura e do patrimônio, estimulando a reflexão, a imaginação, a acessibilidade e a troca de saberes.

Classificação – Livre

Programação:
VISITAS AGENDADAS
Segunda: 9h30, 10h e 18h; quarta, quinta e sexta: 9h30, 10h, 14h,15h e 18h; sábado e domingo: 9h30
e-mail: agendamento.rj@programaccbbeducativo.com.br

VISITA COGNITIVA
Domingo: 8h (através de agendamento)

VISITAS MEDIADAS
Ingressos disponíveis na bilheteria física e no site do CCBB

Visita mediada à exposição “Vik Muniz – A olho nu” – Até 12/10
Segunda, Quinta e Sexta: 11h, 16h e 18h; quarta: 11h e 16h; sábado e domingo: 10h
Visitas Mediadas com intérprete em Libras
Quarta: 11h; sábado: 11h e 14h

Visita mediada Caminhos da Memória
Segunda, quinta, sexta, sábado e domingo: 12h

EXPOSIÇÃO AMAZÔNICAS – PERÍODO 07/09 a 16/11/2026
Segunda, quinta e sexta: 18h; quarta: 12h; domingo: 10h

CORTEJO MUSICAL Patrimônio
UMA VIAGEM MUSICAL AO RIO ANTIGO
Entrada gratuita por ordem de chegada
Sextas-feiras às 14h
Local: Rotunda
Público-alvo: Livre
“Uma Viagem Musical ao Rio Antigo” resgata músicas e danças que marcaram a cultura carioca entre o final do século XIX e o início do século XX. O repertório reúne clássicos como Isto é Bom, do ator, cantor e compositor Xisto Bahia; Corta Jaca, da pianista e compositora Chiquinha Gonzaga; Pierrô Apaixonado, dos compositores Noel Rosa e Heitor dos Prazeres; Fita Amarela, do cantor e compositor Noel Rosa, além de jongos tradicionais e composições autorais da equipe educativa, proporcionando ao público uma imersão na memória musical da cidade.

Corpo em Cena
Quartas-feiras às 14h
Local: Rotunda
Público-alvo: Livre
Atividade que traz o corpo como protagonista, em uma performance com formas animadas composta por seis elementos que, quando reunidos, formam um par de olhos. Manipulados pelos educadores, esses elementos “piscam” e se transformam, revelando novas imagens e possibilidades de interpretação. Inspirada na exposição “Vik Muniz – A Olho Nu”, a proposta convida o público a refletir sobre percepção, imaginação e as diferentes maneiras de construir imagens e significados.

CAMPOS DAS ARTES
Local: Rotunda
Segundas, quartas, quintas e sextas
Laboratório: Quando a Matéria vira Arte – 11h e 15h
A atividade parte da relação de Vik Muniz com materiais cotidianos e inusitados na construção de imagens. A partir da ideia de releitura, os participantes serão convidados a reconstruir obras de arte usando materiais recicláveis e diversos objetos. Cada participante receberá o contorno de uma obra para criar sua própria composição, explorando materiais como PET, tampinhas, barbantes, papelão, lã, pompons e outros elementos de diferentes texturas.

Contação: Entra na História – 12h e 16h
A Chama que iluminou o mundo
Quando o fogo desaparece da Terra, apenas uma pequena brasinha permanece acesa. Inspirada em uma narrativa tradicional do povo Pareci, a contação acompanha a corajosa jornada da ave Juruva, para resgatar essa última chama. Com música, imaginação e participação do público, a atividade convida famílias a conhecerem uma história sobre coragem, coletividade e a riqueza da tradição oral dos povos originários.

ATELIÊ ABERTO
LABORATÓRIO DE ARTES
Entrada gratuita por ordem de chegada
Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar
Sábados e Feriados: 15h e 17h; domingos: 11h, 15h e 17h
Será oferecida uma dentre as atividades abaixo por horário.

ISSO NÃO É UMA BANANA!
Laboratório luz negra
Exposição: Vik Muniz
Classificação indicativa: 5 anos
Na era do dia a dia virtual, a atividade abre uma porta para uma aventura presencial e mágica. Em um piscar de olhos tudo o que está ao nosso redor pode mudar. A experiência acontece em uma sala com instalação de refletores de luz negra. Para enxergarmos as cores precisamos de luz. E se a luz muda?  A atividade ‘Isso não é uma banana’ é inspirada na obra icônica do artista surrealista belga René Magritte, na tela a pintura de um cachimbo e a frase “ceci n’est pas une pipe” (“isto não é um cachimbo”). É ou não? Magritte diz para nós que a representação de um objeto (a pintura) não é o objeto real em si. A atividade foi criada para dialogar com a mostra do artista Vik Muniz que na série “Relicário” cria objetos tridimensionais que também desafiam nosso olhar e a nossa percepção da realidade.

ANTES DE SER OBJETO – LABORATÓRIO COM ARGILA
Exposição: Vik Muniz
Classificação indicativa: a partir de 5 anos
Entrada gratuita por ordem de chegada
A inspiração deste laboratório vem da série “Relicários”, de Vik Muniz. Objetos do nosso dia a dia são ressignificados para criar ilusões e humor, como um sarcófago feito de vasilhas de Tupperware e luvas de seis dedos. Como é comum em outras criações de Vik Muniz, a série testa a forma como olhamos e damos valor aos objetos ao nosso redor. Na atividade os participantes vão se fazer a pergunta: O que faz um objeto virar arte? Então com argila nas mãos, vão criar esculturas que brincam com a lógica, reinventam o passado e dão forma a ideias impossíveis, descobrindo juntos como o valor artístico está menos no material e mais no contexto e nas histórias que contamos.

O QUE A LUZ MOSTRA – LABORATÓRIO DE CIANOTIPIA
Exposição: Vik Muniz
Classificação indicativa: 9 anos
Entrada gratuita por ordem de chegada
Em diálogo com a exposição “Vik Muniz – A olho nu”, o Laboratório de cianotipia, técnica fotográfica que utiliza a luz para criar imagens, convida o público à experimentação. A atividade parte da investigação presente na obra do artista, que propõe novas formas de construção da imagem, a partir de materiais e processos não convencionais, oferecendo uma experiência sensível de observação e descoberta.

ERA UMA VEZ NO SÉCULO 19
EXPOSIÇÃO: Patrimônio
Classificação indicativa: a partir de 7 anos
Entrada gratuita por ordem de chegada
Que tal imaginar novas histórias para o passado? Nesta atividade, as crianças exploram fotografias do Brasil do século 19 e reinventam as narrativas de figuras negras através de projeções de imagens, dando nova vida ao passado.

Cores da Terra  A PARTIR DO DIA 12/9
Exposição: Amazônicas – Poéticas Femininas
Classificação: 5 anos
Inspirada na riqueza dos ecossistemas costeiros, a atividade “Cores da Terra” convida o público a experimentar a pintura a partir de pigmentos naturais, explorando as cores e possibilidades que surgem dos elementos da natureza. A proposta valoriza os recursos naturais, estimula um olhar mais atento para o meio ambiente e incentiva reflexões sobre preservação, sustentabilidade e o cuidado com o planeta.

LIVRO VIVO
Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar. Sábados, domingos e feriados: 16h
Entrada gratuita por ordem de chegada
Classificação indicativa: livre
O Livro Vivo é uma atividade de mediação de leitura que busca compartilhar a experiência de ler um livro, incentivando o interesse de novos leitores. Inspirado nas exposições em cartaz e ações de patrimônio.

A boca da noite de Cristino Wapichana – Patrimônio
Dum e Kupai sobem para o lugar mais perigoso da aldeia para conhecer melhor os segredos do Sol e aprendem ensinamentos e histórias de seu povo.

Kuján e os meninos sabidos de Ailton Krenak e Rita Carelli – Patrimônio
Kuján, termo que significa tamanduá na língua krenak, acompanha um grupo de meninos em uma aventura que apresenta saberes, histórias e a relação do povo Krenak com a natureza.

O Dragão do Mar de Sonia Rosa e Anabella López – Patrimônio
O livro é uma homenagem a Chico da Matilde que ficou mais conhecido como “O Dragão do Mar” por sua atuação na greve dos jangadeiros no Ceará.

Uma aventura do velho Baobá de Inaldete Pinheiro de Andrade – Patrimônio
O baobá nativo das savanas da África decide atravessar o oceano Atlântico para encontrar seus parentes em terras brasileiras. Uma narrativa que apresenta o baobá como símbolo de ancestralidade, memória e resistência da cultura africana.

África que você fala de Claudio Fragatta – Patrimônio
Apresenta palavras de origem africana presentes no português brasileiro, mostrando a influência das línguas e culturas africanas no nosso cotidiano.

Talvez você consiga de Imogen Foxell e Anna Cunha – Patrimônio
Uma menina decide plantar uma semente no leito de um rio morto há muito tempo, tarefa que parece impossível, e descobre que talvez consiga realizá-la.

Os dengos na moringa de voinha de Ana Fáti  – Patrimônio
Uma criança relembra os afetos, histórias e ensinamentos guardados nas memórias de sua avó.

O mundo no Black Power de Tayó de Kiusam de Oliveira – Patrimônio
O livro transforma o enorme cabelo crespo de Tayó numa metáfora para a riqueza cultural de um povo e para a riqueza da imaginação de uma menina que se orgulha de ser quem é mesmo lidando com preconceitos.

Foi vovó que disse de Daniel Mundukuru – Patrimônio
Seguindo a tradição indigena de ouvir os mais velhos, uma criança aprende com sua avó histórias, ensinamentos e valores transmitidos de geração em geração.

Da minha janela de Otávio Júnior – Patrimônio
Da janela de sua casa, um menino observa e enaltece sua favela e imagina novas possibilidades para sua comunidade.

Zum Zum Zumbi!!! de Sônia Rosa – Patrimônio
A história apresenta Zumbi dos Palmares às crianças, destacando sua resistência e sua luta pela liberdade.

A mulher que virou urutau de Olívio Jekupé e Maria Kerexu – Patrimônio
livro bilíngue (português e guarani). A obra reconta o conto tradicional guarani sobre a origem do pássaro urutau.

A origem dos números de Majungmul e Ji Won Lee – Patrimônio
Uma viagem pelo tempo, explorando as diferentes formas de representação que existiram. maneiras de contar e representar as quantidades.

Amoras de Emicida – Patrimônio
A partir da música Amoras, do mesmo autor, o livro conta a importância de nos reconhecermos no mundo e nos orgulharmos de quem somos desde criança.

A Pipa de Roger Mello – Exposição Vik Muniz
A narrativa do livro é construída unicamente por ilustrações com temáticas sobre a natureza humana e as possibilidades das formas, pontos, traços, cores, tempo e do espaço em movimento.

O que cabe em um livro? de Ilan Brenman e Fernando Vilela – Exposição Vik Muniz
bom para introduzir as crianças no universo da leitura, o livro brinca como tudo pode caber num livro mesmo com os diferentes tamanhos dos seres, coisas e imaginações.

Zoom de Istvan Banyai – Exposição Vik Muniz
Este livro provocante, sem palavras, pode ser visto tanto de frente para trás como de trás para frente. Suas ilustrações saltam aos olhos como se o espectador tivesse se afastado rapidamente de cada página. Zoom! O que você vê? Duas crianças brincando numa fazenda! E agora, o que você vê? Duas crianças brincando com uma fazenda de brinquedo!

O Livro Negro das Cores de Menena Cottin e Rosana Faría – Exposição Vik Muniz
O texto branco em páginas negras e com a tradução em Braille. O livro permite experimentar várias texturas e desafia a recriar na imaginação as cores, cheiro, som e sabor.

Obra Bolas de Paula Taitelbaum – Exposição Vik Muniz
Explora como as bolas estão por toda parte, explorando diferentes movimentos e significados.

O Quadro de Maria Isabel Sánchez Vegara e Albert Arrayás – Exposição Vik Muniz
E aquele quadro, hein? Você viu? Todo mundo está falando dele. O que aquelas imagens representam? Dá o que pensar. O Quadro mostra como é o dia dentro de um museu contemporâneo. E convida crianças (e adultos também!) a refletir sobre o que move a arte e os artistas, e quais são os efeitos das obras em nós.

Fotografias de Miguel de Eraldo Miranda – Exposição Vik Muniz
Miguel descobre, através da fotografia, diferentes maneiras de guardar momentos do mundo ao seu redor. Quando sua máquina quebra, ele precisava fazer alguma coisa para guardar suas memórias.

Aldeias, palavras e mundos indígenas de Valéria Macedo a partir do dia 12/9 – Exposição Amazônicas
Um passeio pelos costumes de quatro povos indígenas diferentes: os Yanomami, os Krahô, os Kuikuro e os Guarani Mbya. (Amazonas)

Depois do ovo, a guerra – Priara Jõ: Um dia na aldeia Panará de Ana Carvalho a partir do dia 12/9 – Exposição Amazônicas
Os Meninos Panará revivem, em uma brincadeira de guerra, a memória de um antigo conflito de seu povo. (Povo Panará território entre Pará e Mato Grosso.)

Histórias da minha terra de Daniela Chindler a partir do dia 12/9  – Exposição Amazônicas
Reúne histórias e memórias de moradores de Canaã dos Carajás, no Pará. (Pará-Canaã dos Carajás.)

Sinfonia da Amazônia de Lalau e Laurabeatriz a partir do dia 12/9 – Exposição Amazônicas
Uma viagem poética pela fauna, flora e paisagens da Amazônia. (Amazônia – relação geral)

Tapajós – Uma aventura nas águas da Amazônia de Fernando Vilela a partir do dia 12/9 – Exposição Amazônicas
Duas crianças e sua tartaruga percorrem o cotidiano ribeirinho às margens dos rios Amazonas e Tapajós. (Pará — região do rio Tapajós.)

Não quero ser índio de Mayra Sigwalt e Tai a partir do dia 12/9 – Exposição Amazônicas
O livro questiona os estereótipos sobre ser indígena a partir de uma atividade escolar vivida por um menino. O diálogo dele com sua mãe passa por temas sobre identidade, família e respeito. (a ilustradora Tai é originária de Mairí/Belém.)

Olhos de jaguar de Yaguarê Yamã a partir do dia 12/9 – Exposição Amazônicas
Utilizando palavras em maraguá, apresentando ensinamentos, seres encantados e a relação dos povos maraguá com a floresta. (Amazonas.)

HORA DO CONTO
Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar. Sábados, domingos e feriados: 14h
Entrada gratuita por ordem de chegada
Público-alvo: Livre
Como mediar o conteúdo de uma exposição com histórias? Ao incluir histórias na programação, é sugerido ao visitante um novo olhar sobre as obras expostas. Para que a história se desenrole, usa-se o faz de conta. Quando o visitante se transporta para o papel de ouvinte, ele está compactuando com a ficção. Existe melhor forma de viver experiências?

O que tem dentro da panela?
Tempo de duração: 30 min
Exposição: Vik Muniz
Esta contação é inspirada na memória de Leide, mais conhecida como Irmã e cozinheira do lixão de Jardim Gramacho. Uma cozinheira é também uma artista dos alimentos e Irmã fazia sua arte com os ingredientes que chegavam ao local. Entre cantigas, cheiros, e sabores, a história acompanha a busca criativa de alimentar e reunir uma comunidade inteira.

Entre sonhos e visões
Tempo de duração: 30 min
Exposição: Vik Muniz
Inspirado em contos tradicionais do Oriente, O Sonho de Ismar narra a jornada de um homem simples que, movido por um sonho, abandona sua rotina em busca de um tesouro que acredita estar destinado a ele. Entre desertos, desafios e encontros inesperados, Ismar descobre que a verdadeira riqueza pode estar onde menos se espera. A história convida o público a refletir sobre coragem e a observar a própria realidade com outros olhos. Assim, revelando que a maior viagem pode ser aquela que nos conduz de volta a nós mesmos.

A Pescadora de Histórias
Tempo de duração: 30 – min
Exposição: Vik Muniz
A narrativa acompanha Santa Rita Pescadeira, guardiã das águas, encantada do Jarê, religião de matriz africana. Santa Rita Pescadeira percorre os caminhos dos rios recolhendo histórias, cantigas e afetos.

Histórias pra ver o invisível
Tempo de duração: 30-40 min
Exposição: Vik Muniz
“Histórias Invisíveis” reúne narrativas tradicionais de diferentes culturas que desafiam a lógica e despertam a imaginação. Entre elas estão as divertidas histórias de Nasrudin, sábio do Oriente Médio, e o clássico “A Roupa Nova do Rei”, de Hans Christian Andersen, autor dinamarquês de literatura infantil. Com humor e fantasia, a contação convida o público a refletir sobre o comportamento humano e a enxergar além das aparências.

Hermes, o menino que tinha asas nos pés
Tempo de duração: 30 min
Exposição: Patrimônio
Pensada para diferentes formas de percepção e mobilidade, a atividade utiliza recursos táteis e visuais para narrar a história do deus Hermes. Ao longo do percurso, o público explora cenários inspirados na arquitetura do CCBB, acompanha as aventuras do mensageiro dos deuses e participa de uma experiência sensorial, coletiva e inclusiva.

A PARTIR DO DIA 12/9
Antes de ser Amazônia
Tempo de duração: 40 min
Exposição: Amazônicas – Poéticas Femininas
“Antes de ser Amazônia” é uma contação de histórias que percorre rios, tempos e mundos para apresentar narrativas dos povos originários, como os Iny (Karajá) e as guerreiras icamiabas. Entre rios que se transformam em caminhos, músicas, tecidos e objetos que despertam a imaginação, a atividade propõe reflexões sobre liberdade, território, identidade e memória, questionando quem tem o direito de contar e nomear uma história.

Como surgiu a noite
Tempo de duração: 30-40 min
Exposição: Amazônicas – Poéticas Femininas
Essa é uma história da tradição amazônica que nos transporta para o tempo em que a noite ainda não existia. Dois jovens partem em busca de um mistério guardado nas águas e encontram os “encantados”: seres que habitam rios, florestas e o imaginário dos povos do Norte. Inspirada na oralidade e nos saberes ancestrais da região, a narrativa convida o público a mergulhar em um universo onde natureza e memória se entrelaçam, revelando a força das histórias que formam o patrimônio cultural brasileiro.

Do fundo do rio ao voo da mata
Tempo de duração: 40 min
Exposição: Amazônicas – Poéticas Femininas
“Do fundo do rio ao voo da mata” é uma contação de histórias que mostra um pouquinho da riqueza da cultura indigena através de duas lendas muito intrigantes. Quem é esse peixe que coloca medo nos pescadores? Quem é esse pássaro que confunde os caçadores? Talvez haja algo em comum entre o Japim Mágico e o Peixe Gigante da Amazônia.

Um Mistério Mora na Mata
Tempo de duração: 30 min
Exposição: Amazônicas – Poéticas Femininas
Uma contação de histórias divertida e interativa acompanha um caçador em uma aventura pela Amazônia em busca de uma criatura misteriosa e gigantesca. Entre humor, fantasia e trocadilhos, ele encontra uma feiticeira e ao lado do público, descobre que os mistérios da floresta podem ser mais reais — e perigosos — do que imaginava.

Os Olhos da Floresta
Tempo de duração: 30 min
Exposição: Amazônicas – Poéticas Femininas
A contação apresenta uma narrativa tradicional do povo Sateré-Mawé, originário do Médio Amazonas e associado à origem do guaraná. Entre afetos e mistérios, a história valoriza a vida em comunidade e a relação com a floresta, destacando a natureza como parte dos saberes e da memória desse povo.

PEQUENOS EXPLORADORES
Local: Biblioteca Banco do Brasil, 5° andar
Sábados e feriados: 11h
Entrada gratuita por ordem de chegada
Classificação indicativa: 3 a 6 anos
Crianças e acompanhantes vão conhecer o prédio e a história do CCBB de forma divertida. A atividade propõe uma caça aos segredos, em que pistas, mapas, bilhetes e baús conduzem os participantes por diferentes espaços do centro cultural, transformando a visita em uma aventura de descobertas.

PEQUENAS MÃOS
Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar
Sábados e feriados: 13h
Entrada gratuita por ordem de chegada
Classificação indicativa: 3 a 7 anos
Duração: 30-40 minutos

O Quarto de Luiza
Agora é noite / E você deve estar dormindo de barriga para baixo / Com seu pijama de bolinhas / E nem desconfia / Que eu encontrei / Dentro do seu nome, as palavras Luz e Lua (…) Inspirada na poesia “Pequena Luiza”, de Daniela Chindler, as crianças pequenas vão manipular objetos e brincar com luz e sombra.

PEQUENÍSSIMAS MÃOS
Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar
Domingos: 13h
Entrada gratuita por ordem de chegada
Classificação indicativa: 2 a 3 anos
Duração: 25 minutos

Entre Notas e Bichos
Projeção de imagens, música, contação de histórias e máscaras nesta atividade que apresenta, para as crianças pequeninas, os animais da fauna brasileira, que estão desenhados nas nossas notas de dinheiro.

Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB-Rio
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Tel.: 3808-2020

Para conferir os horários, clique no link: https://ccbb.com.br/rio-de-janeiro/ccbb-educativo
Gratuito
Setembro de 2026

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