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CCBB Educativo

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O CCBB Educativo oferece a partir do próximo dia 20 uma série de atrações gratuitas para os visitantes da exposição “Ex-África”, incluindo o público infantil. As atividades convidam as crianças a experimentarem o espaço do CCBB em visitas que dialogam com o conteúdo das exposições e enfatizam seus olhares investigativos.
Nos fins de semana, acompanhadas pelos responsáveis, as crianças podem participar de visitas lúdicas com os educadores e criar novas narrativas. Entre elas estão o “Pequeníssimas mãos”, destinado às crianças de até 2 anos e 11 meses e o “Pequenas Mãos”, para crianças entre os 3 e 6 anos de idade.  As atividades ocorrem no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) do Rio e foram criadas para facilitar a aproximação do público de todas as idades às produções artísticas e poéticas na maior mostra de arte contemporânea africana já realizada no país.
As crianças que participam do “Pequeníssimas mãos” viajam para a África, mais precisamente para a cidade de Lagos, na Nigéria, com as histórias da menina Vivi, que conta como foi sua viagem por lá com seus pais. Narra o que viu, quais as semelhanças com o Brasil. Fala da estética, dos materiais, das referências musicais, sempre relacionando com a “Ex África”. Com muita música e poesia a atividade propõe uma experiência de fruição no campo da arte para os bebês que, desde cedo, são convidados a frequentar os espaços culturais.
Já o “Pequenas Mãos” oferece visitas lúdicas com os educadores e estimula as crianças a criarem novas narrativas. O fio condutor é a oralidade, baseada no conceito africano do Ubuntu, fundamentado no senso da coletividade.
Durante a visita, as crianças de 3 a 6 anos interagem com as obras, têm contação de histórias e são estimuladas a criarem suas próprias narrativas a partir do que veem. Podem reproduzir desenhos, se espalham pelo chão, recontam as histórias e recebem materiais para criarem suas próprias cidades.

A proposta educativa tem o intuito de apresentar vertentes da cultura africana, ainda pouco disseminadas em nosso país. Além das visitas abertas e deste grupo, poderão ser agendadas para grupos de pessoas com deficiência visual ou baixa visão, quando haverá um roteiro com experiências táteis e descrições afetivas. Para deficientes auditivos haverá visitas mediadas em Libras (Língua Brasileira de Sinais). Também serão formados grupos especiais para visitas de escolas, instituições em geral, associações e Ongs, por exemplo.
As obras expostas, incluem fotografias, instalações, pinturas, música, performances e videoinstalações com temas variados, que mostram uma África que não se limita às fronteiras geográficas e se irradia pelos continentes. Influências como o afro futurismo e o naija pop permearão as atividades. A aproximação com os trabalhos de múltiplas temporalidades tem o intuito de despertar novas leituras sobre as culturas afro e afro-brasileira.
Espaço Sensorial – O conceito africano Ubuntu, segundo o qual “uma pessoa é uma pessoa por meio de outras pessoas”, como uma forma de exaltar a influência do coletivo na formação individual, é um dos destaques da exposição. Um Espaço Sensorial específico foi criado para levar o público a olhar o continente africano sem estereótipos. Nele, raízes de árvores como o baobá (conhecida na África por sua ancestralidade e guardar milhares de histórias) vai convidar o público a criar relações com a arte contemporânea africana mergulhando no universo do continente.
Questões como: o que nos liga e/ou separa? O que os artistas têm a nos dizer? Como aproximar as diversas vivências, praticar o desprendimento das barreiras culturais e dos preconceitos, estarão em pauta.
(A partir do dia 21 de janeiro. Segundas, quintas, sábados e domingos das 9 às 19 horas
Quartas e sextas das 9 às 12horas e das 16 às 19horas – classificação indicativa: livre)
Laboratório de ações criativas – É um espaço para repensar o continente africano e sua produção artística e poética, com reflexões acerca de suas relações internas e externas. Nele é proposto um jogo em que a criação de territórios levantará questionamentos sobre trocas culturais e produções de outras narrativas sobre o que é a África contemporânea e de que forma nos aproximamos dela. A intenção é a desconstrução de um mapa e imaginário popular já conhecidos e suas recriações coletivas a partir de outras possíveis narrativas.

O laboratório é ainda um convite à experimentação de multiplicidade sonora onde são oferecidos materiais para criação musical. É proposta uma atividade que permite ao público a sobreposição de sons, tornando visíveis as similaridades de determinados estilos musicais do Brasil e de alguns países africanos, como de sua estética pop. (Sábados, domingos e feriados das 14 às 16h30min – a partir de fevereiro)
Cortejo de Verão – Com educadores músicos, a ação propõe um cortejo brincante em que o público presente é também convidado a cantar e dançar pelo prédio do CCBB. A partir de um repertório eclético e clássico, exalta a história do CCBB e da cidade do Rio de Janeiro, patrimônio cultural do Brasil. (Segundas e quintas, às 14horas, no térreo)
Contação de histórias – A contação visa elaborar conceitos a partir da narrativa e da oralidade, apresenta ao público uma outra forma possível de se relacionar com o conteúdo conceitual e artístico trazido pela exposição. A atividade trabalha também o patrimônio imaterial brasileiro, pesquisa e divulga contos tradicionais e o imaginário popular e sua tessitura oral. (Sábados, domingos e feriados, às 11 e 16horas no Programa Educativo, 1º andar. As senhas serão
distribuídas 30 minutos antes)
Visitas mediadas em grupos – Para incentivar a interação com as obras e estimular a reflexão, o público contará também com educadores em visitas guiadas a partir de 27/01. Escolas, instituições em geral, associações, Ongs e outros podem agendar previamente ligando de quarta a sexta-feira para 3808 2070 e 3808 2254 – até 44 pessoas.
Pessoas com autismo, síndrome de Down, deficiência intelectual e com baixa mobilidade contam com um roteiro que permite interação com a exposição. Serão oferecidos jogos, objetos tridimensionais e lúdicos, além de histórias que, em sintonia com a exposição, contam um pouco sobre as obras. (A partir de 27/01 – agendamento para grupos de – no mínimo dez e no máximo 20 pessoas – devem ser feitos pelos telefones 3808 2070 e 3808 2254).
Pessoas com deficiência visual ou baixa visão contam com um roteiro onde há experiências táteis e descrições afetivas. (A partir de 29/01, todas as segundas, às 13 horas. Classificação indicativa: Livre). As visitas mediadas em Libras (Língua Brasileira de Sinais), ocorrem as segundas, quartas, quintas e sextas às 16 horas, com grupos de até 20 pessoas.

Classificação – Livre/0 a 2 anos e 11 meses (Pequeníssimas Mãos) e 3 a 6 anos (Pequenas Mãos)

CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil)
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Tel.: 3008-2020
Agendamento pelos telefones: 3808-2070 e 3808-2254

Pequeníssimas Mãos
Sábado e domingo, dias 27 e 28 de Janeiro,  às 14h (bebês que não andam) e às 15h (bebês que andam)
Espaço Educativo, 1º andar
Gratuito (As senhas são distribuídas 30 minutos antes no Programa Educativo, 1º andar. As vagas são limitadas)

Sábados, domingos e feriados, às 14h (Visitas abertas/Limite de público: até 20 pessoas)
Saída do Programa Educativo, 1º andar. Grupos Fechados: público alvo: escolas, instituições, associações, ONGs e outros (Limite de público: mínimo de 10 e máximo de 20 crianças)

Sábados e domingos, de 9h às 21h
Gratuito
De 20 de Janeiro a 26 de Março

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